Revista Zimbro
by Amigos da Serra da Estrela
 

2026-02-11

Em Abono das Árvores

Em Abono das Árvores

 

Palavras chave

arvores  
 

As árvores não estão a atravessar um bom bom momento em termos de imagem pública.

A quantidade de acontecidos que têm sucedido, principalmente no período do inverno, inclusivamente  com a ocorrência de mortes, não é lá muito abonatório para as árvores.

Talvez devêssemos debruçar-nos um pouco e procurar dar uma ajuda para evitar que situações como as que têm vindo a ocorrer não sejam tão frequentes e possam evitar-se, pelo menos diminuindo e minimizando os seus efeitos catastróficos.

Do nosso ponto de vista, deve evitar-se que as árvores se encontrem isoladas, fazendo assim com que se aumente o números de árvores de maneira que se apoiem umas às outras reduzindo que na queda de uma ou mais, quer por doença ou efeitos das intempéries provoquem danos materiais ou vítimas. Ou seja quanto mais árvores e densas estiverem as árvores menor é a probabilidade de caírem directamente no solo, em virtude do apoio que vão ter por parte das outras que se encontram à sua volta.

As localidades, fundamentalmente as grandes cidades, devem ter zonas com dimensão suficiente para suportar bosques com bastantes árvores, de múltiplas espécies, que para além de satisfazer os cidadãos enquanto áreas de lazer, retêm o dióxido de carbono (CO2), importante para diminuir o efeito de estufa já que é um um gás (GEE) que contribui para o aquecimento global. Por sua vez, através da fotossíntese as plantas transformam-no em oxigénio, essencial para a sobrevivência da maioria dos seres vivos, mas também para a saúde, indústria, entre outras actividades.

Pode-se quase garantir que só, excepcionalmente, numa situação de intensa gravidade atmosférica ou outra que origine perigo de derrube ou arranque de árvores, poderá haver situações de risco para a vida das pessoas se tais condições ocorrerem numa zona, densa de arvoredo.

O que acontece na maioria dos casos e as imagens que as televisões mostram revelam isso, é que são árvores isoladas que têm provocado tais situações. Por outro lado é normalmente na berma das vias de trânsito ou passeios que os casos ocorrem com mais frequência. É para estas situações que importa dar atenção e procurar corrigir de imediato, plantando mais árvores como passaremos a descrever.

Nos bosques, com áreas que possam suportar um grande número de plantas, deve procurar-se que a dimensão das árvores vá diminuindo de dimensão, de acordo com a selecção das espécies, até chegar às mais arbustivas que devem estar junto das vias e passeios. Desta forma evita-se que as árvores de grande porte possam criar danos junto às estradas e aos passeios, o que já não acontece com árvores de pequeno porte ou arbustos.

Relativamente aos arruamentos onde não possível plantar um número significativo de árvores que se possam suportar umas às outras, a melhor solução, pensamos, é ir substituindo as existentes de grande porte por árvores mais pequenas e que não ameacem riscos e vida ou danos materiais nos cidadãos.

Temos exemplos concretos que comprovam que a densidade das árvores, em caso de queda ou arranque, não chegam a atingir o chão, fixando-se nas outras árvores que estão à sua volta, não criando assim os danos que temos vindo a verificar-se.

 
 

 
 
 
 

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